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O que faz o Sinprorp |
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A palavra sindicato tem raízes no latim e no grego. No latim, “sindicus” denominava o “procurador escolhido para defender os direitos de uma corporação”; no grego, “syn-dicos” é aquele que defende a justiça. O Sindicato está sempre associado à noção de defesa com justiça de uma determinada coletividade. É uma associação estável e permanente de trabalhadores que se unem a partir da constatação de problemas e necessidades comuns. A matriz histórica da organização sindical atual surgiu sintonizada com o desenvolvimento industrial, que tem por base a “Revolução Industrial” na Inglaterra no final do século XVIII e começo do século XIX. Ali nascia o capitalismo atual, ali nasceu o sindicalismo. Mas se o berço do sindicalismo é industrial, isso não foi limitação a sua expansão para outros setores da economia. Podemos dizer que o sindicalismo é o sistema de organização político-social dos trabalhadores, tanto urbano-industrial como rurais e de serviços. Em seus duzentos anos de história, o sindicalismo foi impactado por diferentes concepções ideológicas e teorias de ação, o que permitiu a construção de uma tipologia bastante ampla, assim como expressões políticas e históricas: anarquista, socialista, reformista, comunista, populista etc. O importante, no entanto, é que, ao longo dos anos, o movimento sindical - conjunto de práticas sociais dos sindicatos com características próprias de cada país, adquiriu um peso social e uma força decisiva nos contextos nacionais. Como movimento social, o sindicalismo não é estático, está constantemente transformando-se e criando novas formas de organização e ação. Nas sociedades atuais dos países em industrialização, a teoria e a ação sindical estão diante de significativos e novos desafios devido à emergência rápida de novos atores sociais, tanto no campo como nas cidades, e as transformações da economia e das instituições. Fonte: O Original, abr/mai/jun 2001 - no. 50. SINDICATO RECEBE HOMENAGEM DA ABRP Pela primeira vez, o SINPROP – Sindicato dos Profissionais Liberais de Relações Públicas no Estado de São Paulo, participa e recebe homenagem por ocasião da premiação dos participantes do 19º Concurso Universitário de Monografias e Projetos Experimentais de Relações, evento promovido pela ABRP – Associação Brasileira de Relações Públicas. Em solenidade realizada nesta segunda-feira, 24 de setembro, nas dependências do Centro de Convenções da FAAP-SP, o presidente do Sindicato, Prof. Ronaldo Fernandes, recebeu das mãos da Profª Dra. Maria Stella Thomazzi, presidente da ABRP , honroso certificado pela contribuição do sindicato à difusão das relações públicas por meio da Internet. Na sua fala, a Profª Stella Thomazzi, ressaltou que ”desde 1982, quando da sua implantação como entidade, o Sindicato do Profissionais Liberais vem se empenhando pelas causas dos profissionais de RP, com muito esforço e dedicação”. Relembrou parte do discurso que o Prof. Ronaldo Canedo proferiu, em 1988, quando da outorga oficial da Carta Sindical – que dava amplos direitos de atuação do Sindicato – : “ não podemos deixar que se esvaia esta oportunidade que agora é dada aos profissionais de Relações Públicas”. Em agradecimento, o Prof. Ronaldo disse “ é um grande estimulo para nós receber esta honraria ainda mais por ser da ABRP, entidade que sempre esteve ao lado do Sindicato. Mas quero, deixar de público um agradecimento especial a uma grande criatura que também tem nos prestigiado: a Profª Maria Aparecida Ferrari, Diretora da Faculdade de Comunicação Metodista ao Prof. e Mestre Fábio França e aos alunos do Projeto Experimental. Muitas das nossas ações no Sindicato, devemos a estas pessoas”. Participaram e receberam láureas , 140 alunos de relações públicas de diversas faculdades e universidades brasileira, sendo que o destaque ficou para o inédito tríplice empate da categoria Empresarial dos Projetos Experimentais, curiosamente de alunos da mesma escola – Faculdade Casper Líbero - sendo que a honra da entrega aos premiados ficou por conta Prof. Ronaldo Fernandes Canedo, presidente do Sindicato. O evento contou ainda com a participação de representantes de entidades, consulados, empresas, professores, alunos, profissionais de Relações Públicas, que lotaram o auditório da FAAP, e foi encerrado com um coquetel aos presentes. sp 28/10/2001 Relações Públicas querem ser liberais
Esta controvérsia foi abordada pelo presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Comunicação e Publicidade, Alceu Porto Carrero, na conferência que fez sob o tema “Relações Públicas e Sindicato”. Segundo ele, a portaria ministerial colocou os profissionais diante de um dilema: se incluídos entre os profissionais liberais, os sindicatos estariam vinculados à Confederação Nacional de Profissionais Liberais; se como categoria profissional diferenciada, estariam vinculados à confederação da qual é presidente, “mais precisamente no 2o grupo, ao lado de radialistas, publicitários e empregados em agencias noticiosas”. Segundo Alceu, o que determina um profissional liberal seria sua autonomia “e, no meu entender, o profissional de RRPP com vínculos empregatícios é a regra, liberal seria a exceção”. O que representa esta dicotomia? Para Anna Telma, uma duvida a mais para o estudante de Relações Públicas: “Ele terá de escolher para onde se encaminhar, o que não é bom para a categoria como um todo”. De qualquer maneira, ela e o presidente da Confederação dos Trabalhadores em Comunicação e Publicidade mantêm ponto em comum, o de que somente com o tempo, através de um processo natural, esta cisão será resolvida. Quatro associações da categoria já estão criadas, - Pernambuco, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Destas, apenas Rio de Janeiro como de profissionais liberais. Anna Telma, presidente da associação carioca afirma que os profissionais de Brasília, São Paulo, e também de Pernambuco, defendem a sua inclusão entre os liberais. Na conferência, Alceu Porto Carrero ressaltou a importância da organização de sindicatos, esclarecendo que isto não provocara conflitos com as associações de RRPP. “A essas e aos conselhos de profissionais compete basicamente fiscalizar e registrar os profissionais”, disse. MERCADO CRESCENTE Todos estão certos também de que existe um grande mercado virtual e um número ainda pequeno de profissionais. O Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas registrou apenas 3.870 profissionais. Um pesquisa feita pelo orgal de classe revelou 64 mil empresas sem os serviços da categoria. “E veja bem - disse seu presidente, Dante Lima Vianna, que também participa do congresso - são empresas de médio,, pequeno e grande porte carentes de nossos serviços e, no entanto, não somos ainda quatro mil. Tão cedo este mercado não será ocupado”. Segundo ele, foi a evolução industrial que provocou o surgimento da profissão, “por isto, o profissional do futuro tem a frente um mercado que nenhuma outra profissão dispõe”, acrescentou. Para ocupar essa faixa, o Conselho e as associações já existentes estão reivindicando, através do deputado federal e ex-governado de Alagoas, Divaldo Suruagy, projeto de lei que torne obrigatória em todas as empresas de grande porte a inclusão de profissionais de comunicação e entre eles, os de Relações Públicas. POUCA INTIMIDADE Ricardo Jenkin Lemos, chefe da assessoria de Relações Públicas do SERPRO acha que esta ocupação deve ser gradual. “Não pode ser feita da noite para o dia porque ainda não temos intimidade com o serviço de Relações Públicas. É preciso pesquisar e montar uma estrutura”. Ele participou, antes do primeiro painel (“Estrutura e Funcionamento de Assessoria de Relações Públicas no Serviço Público), ao lado de Cyro Zucarinom, chefe da Divisão de Relações Públicas do Estado de Maior das Forças Armadas, e de Pedro Paulo Salles de Oliveira, ex-assessor de Itaipu Binacional e, atualmente, na CESP(Cia. Energética de São Paulo). Para ele, a reforma deve partir da Universidade, “a instituição que pode mudar a sociedade de um Pais”. Na área dos serviços público, estas preocupações são ainda maiores. No caso do Serpro, o esquema para a assessoria de RRPP foi montado em menos de dois anos. “Não caberia uma assessoria de Imprensa, pois trabalho para o Governo. Vou divulgar o que, a não ser sua imagem?”, perguntou Roberto Lemos. Exemplo da necessidade dessa reforma estrutural deu o Prefeito Gustavo Krause, convidado para presidir o painel de ontem. No momento, a Prefeitura mantém a assessoria de Imprensa e profissionais de RRPP apenas em órgãos setorizados. Indagado, ele afirmou que atualmente cuida de “criar uma estrutura para instituir o serviço”. O prefeito Gustavo Krause acha que a cada passo administrativo deve corresponder um de profissionais da comunicação”. A não existência de uma assessoria de RRPP deve-se, segundo ele, a “fatores limitantes”: a atrofia financeira e administrativa. Esta atrofia, disse o prefeito, “leva a que certas vezes a administração se exerça com um grau de empirismo”. Acho que os saltos qualitativos devem ser graduais. Fonte: Diário de Pernambuco, Recife, quarta-feira, 8 de outubro de l980 - Geral - página A-7.(recorte fornecido pela Presidente da Federação dos Profissionais Liberais de Relações Públicas, Anna Telma Wainstock- julho de 2001) A associação de profissionais de Relações Públicas (entidade pré-sindical) foi fundada em 13 de agosto de 1984, com a finalidade de fundamentar os princípios que regem as bases para a criação de um sindicato da categoria. Após o transcurso exigido em lei, de aproximadamente dois anos, a associação, até então pré-sindical, requereu o pedido de reconhecimento junto ao ministério do trabalho, estabelecendo em 14 de Julho de 1988, a função do SINPRORP (Sindicato dos Profissionais Liberais de Relações Públicas no Estado de São Paulo) ter como finalidade representar legalmente os profissionais de Relações Públicas perante autoridades administrativas e judiciárias. Com este propósito o SINPRORP promove a conciliação nos dissídios de trabalho e fiscaliza o exercício profissional. Mais do que fiscalizar a profissão o SINPRORP tem trabalhado no sentido de mostrar a importância das Relações Públicas para as organizações tanto como para a sociedade. Ademais o sindicato tem ampliado o seu conceito de missão, que primeiro limitava-se a representar os interesses sob determinada jurisdição, atualmente nós do SINPRORP desejamos tornarmos a melhor referência, ser o mais confiável e de maior representatividade da categoria. Para que haja, impressindivelmente, um bem comum, o SINPRORP tem trabalhado para a categoria promovendo discussões e divulgando a atividade de Relações Públicas. CARTA DE RECONHECIMENTO DO SINPRORP MTb 24440 - 013.036/88 - Nos termos da proposta da Secretaria de Relações do Trabalho, e atendendo ao que requereu a “Associação Profissional de Relações Públicas do Estado de São Paulo”, RESOLVO, com a dispensa da exigência contida na alínea “a” do artigo 515, da Consolidação das Leis do Trabalho, reconhecê-la sob a denominação de ‘SINDICATO DOS PROFISSIONAIS LIBERAIS DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO ESTADO DE SÃO PAULO’, Código no. 012.00049526-7, como entidade sindical de 1o. grau, representativa da categoria profissional, integrante do 29o. grupo “Profissionais Liberais de Relações Públicas”, do plano da Confederação Nacional das Profissões Liberais, com sede, foro em São Paulo e base territorial em todo o Estado de São Paulo, homologado o Estatuto Social, respeitada a legislação vigente. Em 14 de julho de 1988, foi assinada a carta que reconhece como entidade sindical representante da categoria profissional liberal nos termos da legislação em vigor do SINDICATO DOS PROFISSIONAIS LIBERAIS DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO ESTADO DE SÃO PAULO/SP. Brasília 14 de Julho de 1988 Almir Pazzianoto Pinto - Ministro de Estado do Trabalho Início
de uma nova era O
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o SINPRORP SINPRORP Sindicato dos Profissionais Liberais de Relações Públicas do Estado de São Paulo
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