CANAL RP
Agência de Relações Públicas Unidade Experimental
Curso de Relações Públicas – Universidade Metodista de São Paulo
Ano III – Número 31 - 15 de fevereiro de 2002
Terminou
o Carnaval. Verdade ou não, o Brasil começa a agitar-se; agora é hora
de trabalhar. E volta a circular também o Canal RP com novo
cronograma. Neste ano, será enviado aos leitores a cada dia 15 do mês
e no último dia útil de cada mês. Espera-se que esta nova freqüência
facilite a interação dos leitores com o boletim e aumente o
interesse por ele. Continuará a ser veículo dedicado à divulgação
de fatos da área de Relações Públicas e aos temas ligados ao curso
de RP da Universidade Metodista de São Paulo. Envie-nos sugestões e
sua opinião sobre este boletim.
O
curso de Relações Públicas da Umesp completa 30 anos: três décadas
de comprometimento com a formação dos profissionais de RP
Em
2002, o curso de Relações Públicas, juntamente com o de Jornalismo
e o de Publicidade e Propaganda, completará 30 anos de sua fundação,
data esta que é um marco tanto para as faculdades destes cursos como
para a Universidade Metodista de São Paulo – Umesp, pois comprova
sua qualidade e seu comprometimento com a formação de novos
profissionais, conferindo-lhe uma credibilidade obtida por poucas
instituições de ensino.
O
decreto federal nº. 68.793/71, de 22 de junho de 1971, ao mesmo tempo
em que reconheceu oficialmente o Instituto Metodista de Ensino
Superior, que já contava com a Faculdade de Teologia, autorizou o
funcionamento da Faculdade de Ciências Humanas e Letras.
Já
no ano seguinte, a Instituição iniciou o processo de montagem e
aprovação do curso de Comunicação Social, composto inicialmente
pelas habilitações Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e
Propaganda, totalizando 440 vagas.
O
curso de Comunicação Social, com suas três habilitações, e o
Mestrado em Comunicação Social rapidamente destacaram-se
nacionalmente, tendo sido este último considerado o melhor do país.
Após
três décadas de funcionamento, muitas mudanças ocorreram. Uma das
maiores, que posteriormente viria a desencadear várias outras, foi a
passagem do Instituto Metodista de Ensino Superior a Universidade
Metodista de São Paulo. Depois de vários anos de luta, em 10 de
junho de 1997, por meio do Parecer nº. 324/97, o Conselho Nacional de
Educação credenciou a Universidade Metodista de São Paulo (Umesp).
A Universidade sofreu mudanças em toda a sua estrutura: pela primeira
vez tem um reitor, e seus cursos passam então a compor as várias
faculdades que a constituem.
Nesse
novo contexto, os cursos de Jornalismo e de Relações Públicas
formaram a Faculdade de Jornalismo e Relações Públicas – Fajorp.
O
curso de Relações Públicas da Umesp é hoje considerado um dos
melhores do Brasil, tendo sido os Projetos Experimentais, preparados
pelos formandos de forma a aplicar a teoria a uma organização-cliente
real, contemplados com várias premiações, como, por exemplo, os
oferecidos pela ABERJE e pela Intercom.
Sempre
preocupada com as tendências de mercado e com a evolução tecnológica,
a grade curricular do curso foi recentemente reorganizada, de maneira
a tornar a formação do aluno a mais completa possível, não se
esquecendo, porém, de acordo com os princípios que norteiam a
filosofia da Umesp, de prepará-los politicamente para uma participação
consciente e ativa na vida da sociedade.
Neste
ano tão especial para a Fajorp, o curso de Relações Públicas, sob
a direção e a coordenação da Profa. Dra. Maria Aparecida Ferrari,
terá uma série de eventos para celebrar seus 30 anos.
Serão realizados Seminários Internacionais com a presença de renomados profissionais de Relações Públicas; será publicado um livro de memória dos 30 anos do curso, como forma de homenagear os que participaram da construção de sua história e de marcar data tão importante. Enfim, em 2002, todos os nossos olhares estarão voltados para este momento de celebração, mas que também deve servir para refletir sobre tudo o que foi feito para que o curso tivesse a relevância que tem hoje. Agora, temos também uma história...
Ano
novo, vida nova, e novos professores contratados para o curso de Relações
Públicas. São sete profissionais que contribuirão com seu
conhecimento e sua experiência para o aperfeiçoamento do ensino de RP na
Universidade Metodista.
Depois de alguns anos
ausente, retorna à Metodista o professor João Evangelista Teixeira,
empresário e profissional de Relações Públicas, formado pela
Faculdade Anhembi-Morumbi, de São Paulo. Teve passagens por empresas
como a Caterpillar Brasil S.A., Tintas Coral S.A., em que foi
contemplado com o prêmio Opinião Pública. Passou ainda por
conceituadas indústrias farmacêuticas como a Janssen-Cilag, a
Johnson & Johnson e a Sociedade Brasileira de Dermatologia, período
em que foi autor e co-autor de vários livros deste segmento,
merecendo serem ressaltados História
da Dermatologia no Brasil e Convivendo
com a Esquizofrenia. João
Evangelista ministrará as disciplinas Linguagem Publicitária, Produção
de Textos Publicitários, Linguagem Jornalística, Técnica Digital em
RP, para os alunos do IV e V semestres.
Outra
contratação foi a do conhecido radialista Cal Francisco, que
trabalhou nas rádios CBN, Bandeirantes e Eldorado, empresa na qual
conquistou os prêmios “Líbero Badaró de Jornalismo 2000”,
“XXI Wladmir Herzog de Anistia e Direitos Humanos” e “Imprensa
Embratel”, pela série de reportagens “Acre, Faroeste Caboclo”,
que resultou na cassação de um deputado federal e no desmembramento
de uma quadrilha de narcotraficantes. Com sua vasta experiência, Cal
Francisco ministrará aos alunos do III semestre as disciplinas
Linguagem Escrita e Produção de Entrevistas e Discursos.
Os outros cinco novos
docentes que farão parte do curso de relações públicas são
“prata da casa”, oriundos de outros cursos da Metodista, como a
professora Sonia Marques, da Faculdade de Psicologia, que assumirá as
disciplinas Psicologia Geral e Psicologia Organizacional; os
professores Eder Polizel e Percio Colletti, ambos da Faculdade de
Administração, que irão ensinar Teoria da Administração e
Administração Contemporânea. Da Faculdade de Jornalismo vem a
professora Arlete Prieto, experimentada na área de jornalismo
empresarial, ministrará a disciplina Imprensa e Relações Públicas.
Por fim, o professor Roberto de Oliveira, coordenador do curso de Rádio
e TV da UNIMEP (Universidade Metodista de Piracicaba), ficou responsável
pela disciplina Tecnologia Digital.
Com a ajuda destes
profissionais, com certeza, o curso de Relações Públicas da
Universidade Metodista caminhará mais rapidamente para atingir a meta
de excelência que tem em mira.
TROTE
Tradicional
na maioria das escolas superiores, o trote, quase sempre proibido,
continua na forma de brincadeiras que são feitas com os “bichos”.
Quando civilizadas, promovem integração entre calouros e veteranos,
além de gerar um clima de amizade.
Na
área de comunicação da Umesp, o trote não acarreta problemas, pois
é feito com o objetivo maior de conhecer os calouros. Neste ano, a
calourada estendeu-se de 1º a 6 de fevereiro.
Mesmo feito de maneira civilizada, o trote incute medo de brincadeiras violentas nos novos estudantes. O ideal seria transformar este evento em festa de confraternização e de iniciação dos novos estudantes na Universidade. Mas é preciso que todos colaborem para a implantação desta iniciativa. Todos só têm a ganhar. Pode ser o primeiro passo para mudar a mentalidade universitária em busca de uma nova maneira de receber os calouros, sem as atitudes inconseqüentes ainda hoje verificada em muitos trotes.
Guilherme Mendes
Formandos
de 14 cursos da Metodista colam grau
Neste primeiro trimestre de 2002, de 1º de fevereiro a 19 de abril, acontecem as colações de grau dos formandos de 14 cursos da Universidade Metodista de São Paulo.
No
dia 7 de fevereiro teve lugar, no Salão Nobre da Universidade, a
formatura dos cursos de Rádio e TV e de Relações Públicas, com a
presença do Magnífico Reitor Dr. Davi Ferreira Barros e dos
diretores da Faculdade de Comunicação Multimídia e de Jornalismo e
Relações Públicas, Dr. Sebastião Carlos de M. Squirra e Dra. Maria Aparecida Ferrari, respectivamente.
Os
formandos em Relações Públicas escolheram como Patrono o professor
Fábio França, e como Paraninfo, a professora Dra. Maria Aparecida
Ferrari. O formando Everton Schultz Ramos foi o orador da turma e
contou com a colaboração de Rubens do Prado Junior.
A partir deste ano, as solenidades de formatura na Metodista passam a ser atribuição da Núcleo de Eventos, que é coordenado pela professora Isildinha Martins.
Marcello Ghigonetto
Negócios
& Festas
Os
temas abordados pela autora com o intuito de explicar a seriedade de ritos nos atos de apresentação pessoal e social
são a imagem, ligada à auto-estima, à etiqueta profissional e ao
marketing pessoal; o atendimento ao cliente, como forma de sobrevivência
da organização, vocabulário adequado e boa aparência, para facilitar o
relacionamento em todos os níveis; e a apresentação detalhada de
como é feito o cerimonial, o planejamento de seu projeto, como a
escolha do público-alvo e o desenvolvimento do evento com base nele,
desde a elaboração do convite até os minuciosos detalhes da decoração do ambiente
em que será realizado o evento.
O
objetivo do livro de Luiza Miranda é estabelecer uma estreita ligação
entre as festas, às vezes consideradas superficiais e dispensáveis,
e os negócios; as influências que um pode oferecer e receber do
outro, mostrando que a união de ambos é extremamente necessária
para uma organização se apresentar e se manter atualmente no
mercado.
MIRANDA,
Luiza
Relações
Públicas em defesa de criminosos?
“Já
está em curso uma campanha de RP para tornar o seqüestrador simpático”.
Este é o destaque do artigo do jornalista José Nêumane, publicado
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2002, página A2, Espaço Aberto, de O
Estado de S. Paulo. Tudo indica, porém, que não é esta a opinião do articulista,
que, depois de descrever a tortura desumana por que passou Washington
Olivetto, se posiciona nos seguintes termos sobre o criminoso chileno
seqüestrador do publicitário: “Então, para começo de conversa,
fica estabelecido aqui que o cidadão chileno Mauricio Hernández
Norambuena submeteu o cidadão brasileiro Washington Olivetto a
maus-tratos que não condizem com direito humano nenhum. Em outras
palavras, ele o torturou em território brasileiro...”
José
Nêumane opõe-se com firmeza ao “eco encontrado na imprensa
brasileira pelas queixas da simpática professorinha Cecília Hernández
Norambuena, que desembarcou em São Paulo reclamando dos incômodos a
que o irmão Mauricio estaria sendo submetido na Casa de Custódia em
Taubaté”. Ao concluir o artigo, afirma que “é absurdo compactuar
com a campanha de relações públicas para lhe garantir conforto e
tranqüilidade que ele roubou de um brasileiro por um punhado de dólares
sujos”.
Descrito
o fato, cabe-nos explicar por que se tornou objeto de
preocupação. Sem dúvida, a referência de que já se
orquestra uma campanha de RP para livrar a cara do criminoso chileno
demonstra como a atividade ainda é mal compreendida em nosso meio. É
como se fizesse parte do famoso “jeitinho” brasileiro ao qual se
recorre para camuflar situações difíceis e escapar da pena.
Tal
situação não se enquadra nem na teoria, nem nas técnicas, nem na
política de relacionamentos da atividade de relações públicas, que,
acima de tudo, prima pela prática da ética, sempre a serviço da
verdade e não da camuflagem dos fatos. Por isso, não se pode
confundir ações corrompidas de políticos ou de falsos defensores de
direitos humanos como próprias de relações públicas.
Quando trabalha o conceito de uma organização,
o relações-públicas não
parte da mentira para enganar a opinião pública, nem emprega subterfúgios
para tornar bom o que é mau. Seu ponto de apoio é a pesquisa
profunda do cliente para se saber quais são seus valores e princípios
operacionais. Só então, são traçadas políticas de relacionamentos
com públicos específicos, de modo a lhes mostrar a excelência da
organização e sua contribuição para a sociedade, mantendo-se
rigorosamente, nessa promoção, os parâmetros éticos dos quais o
relações-públicas não se afasta.
É
preciso, portanto, não falsear a realidade. A campanha para angariar
simpatia para os criminosos chilenos não é de relações públicas.
É de esperteza daqueles que compactuam com criminosos. Os
articuladores dessa campanha imoral estão apenas aproveitando “as
brechas para a impunidade nas leis e a ineficácia da polícia”,
como escrito pelo jornalista José Nêumane, e esperam receber o mesmo
tratamento ameno que outros compatriotas tiveram em passado recente.
Nunca foi atribuição de relações públicas compactuar com
meliantes, tornando-os simpáticos à opinião pública.
Expediente
O
Canal RP:
informativo eletrônico produzido pelo Núcleo de Produtos e
Instrumentos de Comunicação da Agência de Relações Públicas
Unidade Experimental da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp).
Seu objetivo é divulgar e promover a atividade profissional, tendo
como referencial a qualidade Umesp e seu curso de Relações Públicas.
Equipe
de Produção
Editor:
Professor Ms. Fábio França (MTB1880)
Revisão: Professora Débora Marie Tamayose
Equipe de Redação: Guilherme Mendes, Leonardo Filoso, Marcello
Ghigonetto e Mariana de Marco Geraldine.
Coordenador do Núcleo de Produtos: Prof. Ms. Fábio França CONRERP
SP/PR-586.
FACULDADE
DE JORNALISMO E RELAÇÕES PÚBLICAS
Diretora e Coordenadora do curso de Relações Públicas: Profª. Drª.
Maria Aparecida Ferrari
E-mail: agenciarp@metodista.br
Nova
legislação sobre correio eletrônico Seção 301, parágrafo (a) (2)
(c), Decreto S. 1618, Título Terceiro, aprovado pelo 105º Congresso
Base das Normativas Internacionais sobre o SPAM.
Este
e-mail não poderá ser considerado SPAM quando inclua uma forma de
ser removido.
Para não receber mais o Canal RP, basta enviar um e-mail em branco para canalrp@metodista.br