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50 melhores empresas

Diretores e gerentes elegem as companhias em que estão mais satisfeitos -- e onde têm mais chances de crescer

Por Juliana de Mari e José Eduardo Costa

Não é o salário, nem o mais recheado pacote de benefícios, o que torna uma empresa atraente aos olhos do executivo brasileiro. No topo das motivações de quase sete em cada dez diretores e gerentes estão as oportunidades de desenvolvimento profissional. Em outras palavras, o que eles mais valorizam é um ambiente que, acima de tudo, dê foco na carreira: aquele círculo virtuoso de práticas que alimenta potencial e empenho, impulsiona desempenho, gera reconhecimento e orgulho e se traduz em satisfação. As companhias selecionadas no ranking das 50 Melhores Empresas para Executivos, feito pelo Great Place to Work Institute a pedido da VOCÊ S/A, atendem como poucas a essas demandas. "São empresas percebidas por seus executivos como lugares onde é possível crescer, fazer a diferença para o negócio e se realizar não só profissionalmente, mas pessoalmente", diz o consultor José Tolovi Jr., presidente do Great Place to Work. As melhores empresas para executivos formam um estrato significativo: foram escolhidas dentre as 196 finalistas do processo do Guia EXAME-VOCÊ S/A -- As Melhores Empresas para Você Trabalhar, 2004. Elas têm mais de 20 executivos (dez, ao menos, responderam à pesquisa) e média de satisfação superior a 70% tanto na visão deles quanto na dos funcionários em geral. Mais de 1 500 diretores e gerentes expressaram sua opinião em relação à empresa em que trabalham, representando 5 178 executivos no total. Eles avaliaram três dimensões: oportunidades de treinamento e desenvolvimento, salário e benefícios e autonomia de trabalho. Na seleção final, também tiveram peso, entre outros itens, as práticas da empresa nesses mesmos quesitos. O ranking mostra organizações em que os executivos, segundo eles mesmos, têm mais chances de crescer. Qualquer que seja a fase de carreira, é esse o principal fator apontado por eles para ficar onde estão, seguido do equilíbrio entre vida pessoal e profissional (19%) e da remuneração (12%). "Depois da bolha da internet, o executivo brasileiro finalmente entendeu que sair correndo por causa de dinheiro não é uma boa estratégia para a carreira", afirma o consultor Carlos Diz, sócio-diretor do Instituto de Liderança Executiva, do Rio de Janeiro. "Hoje, eles batalham por incentivos para aprender, se desenvolver e fazer a diferença no negócio, e isso exige um certo tempo de casa." Mas que fique bem claro: estabilidade no emprego não é uma preocupação em si -- é conseqüência de uma trajetória bem-sucedida. Apenas 1% cita esse item como fator de retenção. Quem são as melhores
As empresas selecionadas no ranking compõem uma amostra heterogênea em relação ao número de funcionários, ao modelo de gestão e estilo da liderança e ao setor de atuação. "Essa diversidade reforça nossa crença de que essas variáveis não influenciam a qualidade do ambiente de trabalho, mesmo entre os executivos", diz Tolovi Jr. Para se ter idéia, entre as dez primeiras colocadas, três estão no setor de serviços financeiros (Redecard, Serasa e Visanet), duas em metalurgia (Belgo e Caterpillar), duas em comércio varejista (Magazine Luiza e DPaschoal), uma em tecnologia (Chemtech), uma em atacado (Pellegrino) e uma no setor farmacêutico (Biosintética). No total, 18 setores aparecem na lista. O primeiro lugar em satisfação ficou com a Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira, uma múlti com jeitinho bem brasileiro, onde os executivos, em sua maioria, começaram como trainees e, até o início do ano passado, não ocupavam sequer uma única posição fora do país (veja reportagem na página 28). Agora, há sete brasileiros lá fora trabalhando para o grupo Arcelor, controlador da Belgo. Há empresas com mais de 400 executivos, caso da IBM, 20a, e do ABN Amro Real, 33a colocada (veja quadro Aqui Eles Têm Emprego), e há as que têm um número bem enxuto, como a Pellegrino, que levou o 20 lugar, com 21. (Vale lembrar que não há relação direta entre o número de funcionários e a média de satisfação da empresa.) Aparecem aquelas que surpreendem: Senai-SC, 11a, e Senac-SP, 14a, organizações sem fins lucrativos que estão buscando uma liderança mais motivada para ganhar competitividade no mercado. Tem empresa familiar, em processo de profissionalização, como a Apsen Farmacêutica, 21a (a mais bem avaliada no quesito remuneração) e outras em que as práticas já estão tão maduras (e tão bem vistas no mercado) a ponto de motivar o executivo a ganhar menos só para estar lá. É o caso do administrador de empresas Paulo Eduardo Nogueira, 36 anos, que, quatro anos atrás, fez uma aposta deliberada na Redecard, a 5a colocada do ranking. "Eu queria estar em um lugar que me mantivesse constantemente desafiado e motivado", conta o atual gerente de logística da empresa. Para fazer parte do time da Redecard, ele enfrentou um processo seletivo que durou cinco meses. Nesse meio tempo, recusou três propostas. E aceitou uma vaga para ganhar um salário 10% menor. O chamariz? A chance de montar uma equipe e aumentar seu escopo de atuação, passando a cuidar não só de transportes, mas de toda operação de suprimentos. "Foi meu melhor investimento profissional", garante. "Apliquei minha experiência e só tive incentivos para ganhar mais conhecimentos." E como ficou o bolso dele? O executivo, que recebe 14 salários e tem direito a um bônus que pode chegar a 2,5 salários, recentemente foi promovido e levou 15% de aumento no contracheque. "Somos uma empresa bastante flexível; as pessoas têm apoio para apostar alto", diz Simone Aschar, diretora de RH. "Cultivamos um ambiente dinâmico, em que os executivos podem tomar riscos, interagir com várias áreas e tirar as boas práticas do papel." Participar ativamente da estratégia e da tomada de decisões é um fator altamente motivador, especialmente para diretores e gerentes, porque confere senso de responsabilidade e dá sentido ao trabalho. É o que se chama de autonomia, característica muito bem avaliada pelos executivos da Chemtech e do Magazine Luiza, 6a e 7a, respectivamente, colocadas do ranking, e da Microsoft do Brasil, 26a posição. Histórias como a da gerente Paula Beliza, 32 anos, não são raras na companhia de software. Há cerca de dois anos, ela apostou num palpite: um guia de tecnologia para pequenas empresas. A Microsoft não acreditava que fosse um filão rentável, mas não desautorizou o projeto. Depois de dez meses, Paula e sua equipe não só criaram o produto como venderam 15 000 guias em 30 cidades. "Aqui, você tem o ônus e o bônus de tudo", diz Izabel Cortez, gerente de RH da Microsoft. É coisa para quem tem maturidade -- e busca uma relação emocional equilibrada com a empresa. "Maturidade é uma das características que valorizamos ao alinhar o perfil do nosso pessoal ou contratar alguém do mercado", diz Lílian Guimarães, diretora de RH do ABN Amro Real. "Essa característica promove o engajamento, a capacidade de exercer a liderança para dar direcionamento a quem está junto." Pelo nível de satisfação expresso na pesquisa feita pela VOCÊ S/AGreat Place to Work, tudo indica que os executivos de hoje conhecem melhor seu perfil profissional e fazem uma associação direta entre satisfação e valores. "É um novo contrato entre executivo e empresa: o sucesso vem por meio da diferenciação pelo esforço, e isso está sustentado em boas práticas e no prazer de trabalhar", afirma o consultor Carlos Diz.

MAGAZINE LUIZA
A MELHOR EM TREINAMENTO
O Magazine Luiza parte da premissa de que vale a pena apostar alto para formar um time empreendedor e que "entenda de gente", um conceito que deve ser aplicado tanto aos clientes externos quanto aos internos. Oito em cada dez executivos da quarta maior rede de lojas do país já passaram pelo treinamento da Amana-Key, consultoria especializada em produtos de conhecimento e inovação estratégica,tido como um dos mais completos do país. No ano passado,a empresa investiu 3 milhões de reais no desenvolvimento do pessoal.Foram mais de 300 horas de treinamento só para o nível executivo. E quem pede leva bolsa de estudos de até 70% para cursos de pós e de idiomas.

APSEN
A MELHOR EM SALÁRIOS
Os executivos da Apsen Farmacêutica,de São Paulo,são os mais satisfeitos quando o assunto é remuneração.O salário do grupo está 10% acima do mercado, a remuneração total pode chegar a 15 salários no ano e quem atua na área comercial tem chances de dobrar o valor do holerite se atingir as metas mensais. Além disso, diretores e gerentes ganham carro para trabalhar (com leasing subsidiado em 50%) e não gastam com gasolina a empresa banca até quatro tanques por mês.O melhor do quesito remuneração na Apsen, no entanto, é que os colaboradores têm suas necessidades financeiras atendidas conforme a demanda. A empresa empresta dinheiro com desconto em folha,dá carência de cinco meses e ainda negocia o prazo e o valor de devolução de acordo com as necessidades do funcionário.

MICROSOFT
A MELHOR EM AUTONOMIA
No escritório brasileiro da Microsoft,em São Paulo,a autonomia dos diretores e gerentes se traduz em agilidade na tomada de decisões e rapidez na elaboração de novos projetos. E isso tem um motivo simples: rapidez é sinônimo de lucro. Não à toa, a empresa ocupa há anos a primeira posição no ranking mundial de companhias de software.Os executivos da Microsoft do Brasil se orgulham da liberdade que têm para trabalhar e do reconhecimento inclusive financeiro que a empresa dá por suas idéias e iniciativas.Prova disso é que 94% deles destacam a autonomia para trabalhar como um dos principais fatores para fazer carreira na empresa.

 
AQUI TEM EMPREGO
Conheça as maiores empregadoras de executivos entre as melhores
1 ABN Amro Real
510 executivos
2 IBM
496 executivos
3 Orbitall
269 executivos
4 Bunge
257 executivos
5 Magazine Luiza
226 executivos
6 Accor
198 executivos
7 Serasa
196 executivos
8 Natura
195 executivos
9 Belgo
234 executivos
10 Monsanto
150 executivos



 

ELES ESCOLHERAM AS MELHORES
1 575 diretores e gerentes responderam à pesquisa, representando um universo de 5 178 executivos. Entre eles,
18% são mulheres ;
são homens 82%;
75% estão na faixa entre 26 e 45 anos;
66% têm até 10 anos de casa;
51% têm pós-graduação;
70% apontam as chances de desenvolvimento profissional como motivo para ficar na empresa.

 

 

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Não é o salário, nem o mais recheado pacote de benefícios, o que torna uma empresa atraente aos olhos do executivo brasileiro. No topo das motivações de quase sete em cada dez diretores e gerentes estão as oportunidades de desenvolvimento profissional. Em outras palavras, o que eles mais valorizam é um ambiente que, acima de tudo, dê foco na carreira: aquele círculo virtuoso de práticas que alimenta potencial e empenho, impulsiona desempenho, gera reconhecimento e orgulho e se traduz em satisfação. As companhias selecionadas no ranking das 50 Melhores Empresas para Executivos, feito pelo Great Place to Work Institute a pedido da VOCÊ S/A, atendem como poucas a essas demandas. "São empresas percebidas por seus executivos como lugares onde é possível crescer, fazer a diferença para o negócio e se realizar não só profissionalmente, mas pessoalmente", diz o consultor José Tolovi Jr., presidente do Great Place to Work. As melhores empresas para executivos formam um estrato significativo: foram escolhidas dentre as 196 finalistas do processo do Guia EXAME-VOCÊ S/A -- As Melhores Empresas para Você Trabalhar, 2004. Elas têm mais de 20 executivos (dez, ao menos, responderam à pesquisa) e média de satisfação superior a 70% tanto na visão deles quanto na dos funcionários em geral. Mais de 1 500 diretores e gerentes expressaram sua opinião em relação à empresa em que trabalham, representando 5 178 executivos no total. Eles avaliaram três dimensões: oportunidades de treinamento e desenvolvimento, salário e benefícios e autonomia de trabalho. Na seleção final, também tiveram peso, entre outros itens, as práticas da empresa nesses mesmos quesitos. O ranking mostra organizações em que os executivos, segundo eles mesmos, têm mais chances de crescer. Qualquer que seja a fase de carreira, é esse o principal fator apontado por eles para ficar onde estão, seguido do equilíbrio entre vida pessoal e profissional (19%) e da remuneração (12%). "Depois da bolha da internet, o executivo brasileiro finalmente entendeu que sair correndo por causa de dinheiro não é uma boa estratégia para a carreira", afirma o consultor Carlos Diz, sócio-diretor do Instituto de Liderança Executiva, do Rio de Janeiro. "Hoje, eles batalham por incentivos para aprender, se desenvolver e fazer a diferença no negócio, e isso exige um certo tempo de casa." Mas que fique bem claro: estabilidade no emprego não é uma preocupação em si -- é conseqüência de uma trajetória bem-sucedida. Apenas 1% cita esse item como fator de retenção. Quem são as melhores
As empresas selecionadas no ranking compõem uma amostra heterogênea em relação ao número de funcionários, ao modelo de gestão e estilo da liderança e ao setor de atuação. "Essa diversidade reforça nossa crença de que essas variáveis não influenciam a qualidade do ambiente de trabalho, mesmo entre os executivos", diz Tolovi Jr. Para se ter idéia, entre as dez primeiras colocadas, três estão no setor de serviços financeiros (Redecard, Serasa e Visanet), duas em metalurgia (Belgo e Caterpillar), duas em comércio varejista (Magazine Luiza e DPaschoal), uma em tecnologia (Chemtech), uma em atacado (Pellegrino) e uma no setor farmacêutico (Biosintética). No total, 18 setores aparecem na lista. O primeiro lugar em satisfação ficou com a Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira, uma múlti com jeitinho bem brasileiro, onde os executivos, em sua maioria, começaram como trainees e, até o início do ano passado, não ocupavam sequer uma única posição fora do país (veja reportagem na página 28). Agora, há sete brasileiros lá fora trabalhando para o grupo Arcelor, controlador da Belgo. Há empresas com mais de 400 executivos, caso da IBM, 20a, e do ABN Amro Real, 33a colocada (veja quadro Aqui Eles Têm Emprego), e há as que têm um número bem enxuto, como a Pellegrino, que levou o 20 lugar, com 21. (Vale lembrar que não há relação direta entre o número de funcionários e a média de satisfação da empresa.) Aparecem aquelas que surpreendem: Senai-SC, 11a, e Senac-SP, 14a, organizações sem fins lucrativos que estão buscando uma liderança mais motivada para ganhar competitividade no mercado. Tem empresa familiar, em processo de profissionalização, como a Apsen Farmacêutica, 21a (a mais bem avaliada no quesito remuneração) e outras em que as práticas já estão tão maduras (e tão bem vistas no mercado) a ponto de motivar o executivo a ganhar menos só para estar lá. É o caso do administrador de empresas Paulo Eduardo Nogueira, 36 anos, que, quatro anos atrás, fez uma aposta deliberada na Redecard, a 5a colocada do ranking. "Eu queria estar em um lugar que me mantivesse constantemente desafiado e motivado", conta o atual gerente de logística da empresa. Para fazer parte do time da Redecard, ele enfrentou um processo seletivo que durou cinco meses. Nesse meio tempo, recusou três propostas. E aceitou uma vaga para ganhar um salário 10% menor. O chamariz? A chance de montar uma equipe e aumentar seu escopo de atuação, passando a cuidar não só de transportes, mas de toda operação de suprimentos. "Foi meu melhor investimento profissional", garante. "Apliquei minha experiência e só tive incentivos para ganhar mais conhecimentos." E como ficou o bolso dele? O executivo, que recebe 14 salários e tem direito a um bônus que pode chegar a 2,5 salários, recentemente foi promovido e levou 15% de aumento no contracheque. "Somos uma empresa bastante flexível; as pessoas têm apoio para apostar alto", diz Simone Aschar, diretora de RH. "Cultivamos um ambiente dinâmico, em que os executivos podem tomar riscos, interagir com várias áreas e tirar as boas práticas do papel." Participar ativamente da estratégia e da tomada de decisões é um fator altamente motivador, especialmente para diretores e gerentes, porque confere senso de responsabilidade e dá sentido ao trabalho. É o que se chama de autonomia, característica muito bem avaliada pelos executivos da Chemtech e do Magazine Luiza, 6a e 7a, respectivamente, colocadas do ranking, e da Microsoft do Brasil, 26a posição. Histórias como a da gerente Paula Beliza, 32 anos, não são raras na companhia de software. Há cerca de dois anos, ela apostou num palpite: um guia de tecnologia para pequenas empresas. A Microsoft não acreditava que fosse um filão rentável, mas não desautorizou o projeto. Depois de dez meses, Paula e sua equipe não só criaram o produto como venderam 15 000 guias em 30 cidades. "Aqui, você tem o ônus e o bônus de tudo", diz Izabel Cortez, gerente de RH da Microsoft. É coisa para quem tem maturidade -- e busca uma relação emocional equilibrada com a empresa. "Maturidade é uma das características que valorizamos ao alinhar o perfil do nosso pessoal ou contratar alguém do mercado", diz Lílian Guimarães, diretora de RH do ABN Amro Real. "Essa característica promove o engajamento, a capacidade de exercer a liderança para dar direcionamento a quem está junto." Pelo nível de satisfação expresso na pesquisa feita pela VOCÊ S/AGreat Place to Work, tudo indica que os executivos de hoje conhecem melhor seu perfil profissional e fazem uma associação direta entre satisfação e valores. "É um novo contrato entre executivo e empresa: o sucesso vem por meio da diferenciação pelo esforço, e isso está sustentado em boas práticas e no prazer de trabalhar", afirma o consultor Carlos Diz.

MAGAZINE LUIZA
A MELHOR EM TREINAMENTO
O Magazine Luiza parte da premissa de que vale a pena apostar alto para formar um time empreendedor e que "entenda de gente", um conceito que deve ser aplicado tanto aos clientes externos quanto aos internos. Oito em cada dez executivos da quarta maior rede de lojas do país já passaram pelo treinamento da Amana-Key, consultoria especializada em produtos de conhecimento e inovação estratégica,tido como um dos mais completos do país. No ano passado,a empresa investiu 3 milhões de reais no desenvolvimento do pessoal.Foram mais de 300 horas de treinamento só para o nível executivo. E quem pede leva bolsa de estudos de até 70% para cursos de pós e de idiomas.

APSEN
A MELHOR EM SALÁRIOS
Os executivos da Apsen Farmacêutica,de São Paulo,são os mais satisfeitos quando o assunto é remuneração.O salário do grupo está 10% acima do mercado, a remuneração total pode chegar a 15 salários no ano e quem atua na área comercial tem chances de dobrar o valor do holerite se atingir as metas mensais. Além disso, diretores e gerentes ganham carro para trabalhar (com leasing subsidiado em 50%) e não gastam com gasolina a empresa banca até quatro tanques por mês.O melhor do quesito remuneração na Apsen, no entanto, é que os colaboradores têm suas necessidades financeiras atendidas conforme a demanda. A empresa empresta dinheiro com desconto em folha,dá carência de cinco meses e ainda negocia o prazo e o valor de devolução de acordo com as necessidades do funcionário.

MICROSOFT
A MELHOR EM AUTONOMIA
No escritório brasileiro da Microsoft,em São Paulo,a autonomia dos diretores e gerentes se traduz em agilidade na tomada de decisões e rapidez na elaboração de novos projetos. E isso tem um motivo simples: rapidez é sinônimo de lucro. Não à toa, a empresa ocupa há anos a primeira posição no ranking mundial de companhias de software.Os executivos da Microsoft do Brasil se orgulham da liberdade que têm para trabalhar e do reconhecimento inclusive financeiro que a empresa dá por suas idéias e iniciativas.Prova disso é que 94% deles destacam a autonomia para trabalhar como um dos principais fatores para fazer carreira na empresa.

 
AQUI TEM EMPREGO
Conheça as maiores empregadoras de executivos entre as melhores
1 ABN Amro Real
510 executivos
2 IBM
496 executivos
3 Orbitall
269 executivos
4 Bunge
257 executivos
5 Magazine Luiza
226 executivos
6 Accor
198 executivos
7 Serasa
196 executivos
8 Natura
195 executivos
9 Belgo
234 executivos
10 Monsanto
150 executivos



 

ELES ESCOLHERAM AS MELHORES
1 575 diretores e gerentes responderam à pesquisa, representando um universo de 5 178 executivos. Entre eles,
18% são mulheres ;
são homens 82%;
75% estão na faixa entre 26 e 45 anos;
66% têm até 10 anos de casa;
51% têm pós-graduação;
70% apontam as chances de desenvolvimento profissional como motivo para ficar na empresa.